Cantando de forma particular e se valendo de elementos como força, feminilidade e muito carisma, aliados à técnica sem excessos, ela é considerada uma artista de atitude, de vozeirão que promete e, logo de cara, já cumpre.
Nascida em 23 de abril de 1981, na cidade de Niterói , no estado do Rio de Janeiro, Raquel Koehler Magalhães ganhou intimidade com a música dentro de casa . Na verdade, música a irritava quando criança. Foram muitos sábados acordando cedo ao som da fase rock and roll de sua mãe. Pink Floyd, Metálica, Iron Maden e quando Janes Joplin aparecia começava a ficar melhor. Às vezes Elis dava o ar da graça na vitrola e era como um bálsamo.
Mais tarde, entrou na Faculdade de Direito por pressão da família. Não deu. Talvez Publicidade possibilitasse um pouco mais de expressão, mas também não funcionou muito.
Teatro. Raquel foi fazer artes cênicas. Se os amigos já insistiam para que ela cantasse, os professores tinham mais credibilidade. “Vai fazer algo com essa voz” – diziam. Foi o início do autoconvencimento, ou melhor dizendo, do autoconhecimento e da aceitação como artista.
E aí não parou mais...
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